terça-feira, 8 de novembro de 2011


Eterno envolve o leitor desde a primeira página, pois revela um amor que enfrentou seus desafios iniciais numa França mergulhada em preconceitos e intolerâncias. Contudo retorna, séculos depois, ainda mais forte e com mais percalços a enfrentar que antes.


Passado, presente e futuro se encontram nesta história, dividida em três diferentes épocas e mostra a difícil trajetória de um jovem casal para cumprir alguns carmas terrenos e espirituais, envolvendo vampiros e seres humanos no mesmo processo evolutivo.



Um caminho que envolve suspense, morte, espiritualidade, seres ocultos e uma grande paixão.



Tudo pode ser diferente quando se envolve um verdadeiro amor.



Todos têm uma chance de se redimirem, ainda que eternos.


"Há um eterno Zoroastrismo[1] que permeia nosso “pequeno” mundo. Anjos e, seres como eu, lutam por espaço. Os humanos possuem a maior arma: o livre arbítrio. Muitas vezes ignoram a magnitude dessa dádiva e deixam-se levar por falsas intuições, mas estamos e estaremos sempre por aqui. Rodeando vocês. Esperando a menor oportunidade de roubar-lhes a vida, ou a alma. Como também se pode optar por outro caminho – mais penoso – mas que nos leva, homens, vampiros e anjos, para a evolução contínua." (Edmond - Paris 1984)


[1] O zoroastrismo é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia, pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro. Tem seus fundamentos fixados no Avesta e admite a existência de duas divindades (dualismo), representando o Bem (Aúra-Masda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem.